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Comandante do Exército diz que militares precisam de garantias de que não surgirá uma nova Comissão da Verdade

Exercito chegando a comunidade da Rocinha em setembro de 2017 (Foto: CARL DE SOUZA/AFP)

A Comissão da Verdade é responsável por investigar crimes cometidos por militares durante a ditadura

Em reunião com o Conselho da República, na manhã desta segunda-feira (19/02), para discutir a intervenção no Rio de Janeiro com o presidente Temer e outras autoridades, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, disse ser necessário dar aos militares “garantia para agir sem o risco de surgir uma nova Comissão da Verdade” no futuro.

A referência de Villas Bôas é ao fato de, depois da lei da Anistia, de 1979, ter sido criada Comissão da Verdade, durante o governo de Dilma Rousseff, que investigou casos de tortura e mortes durante o período da ditadura militar.

Militares não farão papel de polícia

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que é preciso não confundir o papel dos militares em ação no Rio de Janeiro com o papel da polícia. “Os militares não vão fazer ação que cabe à polícia”, disse mais cedo.

No caso de pedidos de busca e apreensão, por exemplo, o pedido é feito à Justiça, mas quem executa é a polícia.

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Escrito por BitNews

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